Prisão urbana

Olá, pessoal, tudo bem?

Como eu já tinha dito pra vocês, eu queria aprender a andar de bicicleta para quem sabe me descobrir em um novo esporte, pra parar um pouco de fazer exercício obrigada, para ter prazer em me exercitar.

De fato eu aprendi. De fato eu sinto que me encontrei. De fato eu sinto vontade de andar de bicicleta o dia todo. Mas quem disse que dá?

Eu trabalho de segunda a sábado, até as 18hs. Quando chego, já tá prestes a escurecer, já começa aquele clima de perigo. Nem sempre tem alguém pra ir comigo e pra ir sozinha, fico com medo. É aí que penso naquela ladainha de sempre: pagamos tantos impostos e não podemos nem sair na rua a hora que queremos.

É frustante. Moramos em uma cidade que tem tudo e a qualquer hora. Quer comer um temaki de shimeji as 4 da manhã? Pode procurar que tem. Mas e a segurança?

Eu andaria muito mais se me sentisse menos vulnerável. E ainda mais no verão, adoraria. Mas por hora só quando consigo ir num parque ou no final de semana que consigo ir mais cedo. Infelizmente, sem perceber, vivemos diariamente numa prisão urbana do sistema.

Só um desabafo.

Beijooos

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Até que ponto vale a pena?

Olá, pessoal, tudo bem?

Recebi um comentário no blog que me fez repensar até que ponto vale a pena querer ser magra a qualquer custo. E até que ponto vamos ficar parados assistindo algo que não está bom. O comentário dizia que a morte era melhor do que ser gorda e que a pessoa faria qualquer coisa para ser magra.

Eu nunca fui obesa, estive (e ainda estou) em sobrepeso e isso já me causou inúmeros problemas de saúde. Colesterol, refluxo, SOP, entre outras coisas. Talvez eu não entenda a cabeça de uma pessoa que sofra com a obesidade e conviva com desprezo, falta de companheiro, privações físicas (roupa, passar na catraca do transporte público, sentar no ônibus etc), baixa auto estima etc.

Mas gente, querer morrer?

Sei que muita gente comete suicídio por inúmeros motivos, chega a desejar a morte como forma de acabar com seus problemas. Não é uma exclusividade da pessoa obesa, creio que seja mais uma questão de depressão. Quando a pessoa chega em um estágio que não vê mais vantagens em continuar por aqui.

Mas não é a solução. É a SUA vida. Deixe de ser figurante em sua vida e passe a ser o protagonista. Saia da zona de conforto. Não é fácil, eu sei, mas tente. Tente de verdade. Corra atrás dos anos que você passou se lamentando por estar em determinada condição.

Se você não está bem consigo mesmo, talvez não seja só o peso que precise mudar, mas a sua cabeça. Porque se fosse só o peso, não veríamos por aí tantos gordinhos felizes, que conseguem levar uma vida digna apesar do peso, do preconceito e das limitações.

Para mim a vida é um DOM que Deus nos dá. Uma oportunidade de nos elevarmos, de aprendermos e de aproveitarmos esse mundo lindo que temos. Nem tudo são flores, mas nem tudo são trevas.

A mídia, as pessoas, o mundo mostra que para estar bem precisamos ter um corpo escultural, carro do ano, roupas de marca, companheiro capa de revista entre outras coisas. Mas a vida é muito mais que isso.

A vida tem inúmeros momentos felizes, momentos de confraternização com amigos, com a família, e até com nossos animais. Momentos em que aprendemos e nos sentimos mais inteligentes. Momentos que alcançamos objetivos que parecem nos completar.

Até que ponto vale a pena querer ser magra a qualquer custo? A vida não se baseia nisso. É muito mais do que apenas um corpinho bonito. Eu quero ser magra sim, mas antes disso, quero ter saúde para aproveitar os bons momentos que a vida tem a me oferecer.

Beijoooos

Adeus ano velho

Olá, pessoal, tudo bem?

Fim de ano chegando e todo mundo começa a pensar no que quer para o ano novo. É como se cada pessoa tivesse a chance de recomeçar, de tentar de novo, de esquecer os erros e pensar só dali pra frente. Todo mundo pensa assim. Todo mundo tem essa mesma sensação. Até mesmo porque ela conforta. Ter a chance de passar uma borracha, não olhar para trás e ter um gás extra para lutar por aquilo se quer.

Não é a toa que todo mundo quer começar a fazer dieta na virada do ano. Aliás, na virada não, ‘deixa acabar a ceia, no dia 02 eu começo’. Ou então na famosa segunda feira, o dia internacional da dieta (mentira rs). Essa sensação de uma nova vida (novo ano, novo mês, nova semana, novo emprego e por aí vai) as vezes nos paralisa, porque ficamos esperando o momento certo para o ‘start’ e acabamos não aproveitando o hoje.

Quer emagrecer e hoje é uma quinta feira? Qual o problema? Faça da quinta o primeiro dia da sua nova vida. Não fique esperando um dia certo. As vezes a gente adia tanto que quando vê passou um tempão e se tivessemos começado quando pensamos, já teríamos os resultados desejados. Já viram essa imagem no instagram? “Daqui há um ano você vai querer ter começado hoje”.

Recebi a Women’s Health de dezembro e o texto da redatora-chefe (Giuliana Cury) foi muito bom. Falava em ao invés de esquecermos o passado e olhar para frente, usarmos o passado como modelo. Que tal fazermos uma análise do que deu certo e do que não deu em 2013 e partindo desse princípio, definirmos as metas para 2014? Esse ano não consegui juntar dinheiro porque comprei x coisas demais: certo, já que preciso juntar dinheiro para conseguir tal coisa, vou economizar nessas outras para conseguir o que quero. Esse ano não consegui emagrecer por conta dos happy hour com os amigos: ok, vou levar um lanchinho para o trabalho para comer antes de chegar no bar assim evito os petiscos e vou evitar beber ou vou evitar beber tanto.

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Use os seus próprios exemplos para se tornar uma pessoa melhor. O clichê ‘é errando que se aprende’ está aí para isso. Se já erramos mesmo, que sirva de lição para fazermos o certo no futuro. E nada de ficar esperando o amanhã, do amanhã, do amanhã. Quer mudar algo, comece agora! Está no meio da semana, no meio da tarde?  Tudo bem, é a hora perfeita para você começar a correr atrás do que quer.

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No meu 2014 eu vou querer dividir melhor as minhas tarefas para não me sobrecarregar (como foi esse ano de 2013) e para que eu não deixe alguns ‘setores’ de lado.

  • Quero focar muito na minha saúde, pois em 2013 eu senti o quanto o não cuidado com o meu corpo resultou em muitos problemas, que graças a Deus não foram graves, mas que tem me prejudicado aos poucos.
  • Vou focar em melhorar o colesterol, o refluxo, meu peso e do ovário policístico.
  • Quero economizar naquilo que não me agrega em nada para juntar $ para comprar a minha casa e também para quando meu bebê chegar (calma, não tô grávida! rs quero começar a tentar engravidar em setembro de 2014, quando acaba o tratamento com a ginecologista).
  • Quero ter mais garra e boas ideias para a empresa da qual sou sócia, para que ela venha a se tornar melhor e mais conhecida.
  • Quero render mais no meu trabalho, para que ele cresça e consequentemente eu cresça junto. A minha empresa e a que eu trabalho crescendo, farão com que eu tenha mais recursos para os meus maiores sonhos: minha casa e meu bebê, aliás me emocionei só de escrever isso, quem me conhece sabe que é o SONHO DA MINHA VIDA, inclusive conversando com uma amiga da faculdade (oi, gabi) ela me falou uma coisa que eu nunca tinha reparado: enquanto todo mundo da faculdade falava em viajar para fora do país eu falava em ser mãe! É fato, eu nasci pra isso! rs

Esses são alguns dos meus planos, e com certeza tem muito mais.

A dica para o ano que vem é APRENDIZADO e DETERMINAÇÃO. Aprenda com os seus erros e comece a consertá-los agora mesmo.

Beijoooooosss

Adoção de animais

Oi, pessoal, tudo bem com vcs? Hoje estou aqui pra falar de um assunto diferente do que estamos acostumados. Apesar de ser um blog sobre ‘vida saudável’ as vezes gosto de variar e por se tratar de um assunto de EXTREMA importância acho que vamos concordar.

Eu sempre fui contra a esse comércio de compra e venda de animais. Pra mim assemelha-se à época do tráfico de pessoas e sinceramente acho que não deveria existir. Essa é a MINHA opinião, fique a vontade para discordar, apenas respeite. Eu não gosto de ver aquele monte de cachorrinho em uma vitrine esperando que alguém pague por eles para levar para casa. Fico pensando o que acontece se um filhotinho começa a crescer e não é comprado, o que será que eles fazem, mas realmente não sei.

Quando eu casei, e fui morar num sobrado vimos que daria pra ter um dog eu já logo falei que queria adotar algum cachorro, mas meu marido foi contra porque ele não queria um SRD (vulgo vira-lata). Existem preconceitos e eu tive um dentro de casa, embora ainda tenho fé de convencê-lo a termos um viralatinha lindo! rs. Mediante ao desacordo achamos melhor não pegar nenhum. Eu não queria comprar e ele não queria qualquer cachorro.

Na segunda feira, dia 24/09 estava eu no meu trabalho, entre as idas e vindas que faço pelo facebook durante o expediente e percebi um post da Luisa Mell divulgando um cachorro que foi resgatado de maus tratos e que estava pra adoção. Era um labrador, de 1 ano e meio, amarelo e lindo. Me apaixonei à primeira vista e sem consultar meu marido liguei pro telefone que tinha e falei que eu queria o cachorro. Depois então é que liguei para o meu marido e ele ficou meio assim por conta de já ser grande, porque além de raça ele queria um filhote pra ver crescer, mas logo se apaixonou pelo dog também.

Ontem fomos buscá-lo e mudamos o nome dele para Thor. Ele é um bebezão com tamanho, a coisa mais linda e fofa que eu já vi. Eu sou pequena e quando ele pula em mim parece que quer me abraçar. Já recebemos um monte de visitas para conhecê-lo e até uma sobrinha nossa que tem medo de qualquer cachorro gostou dele. É incrível.

Hoje, se eu pudesse dar um conselho para a humanidade, seria: adote um animal. Tem muitos deles por aí sofrendo, abandonados, esperando seu colo e cheios de amor para retribuir. Não pense somente nas raças, no tamanho (a não ser que seja quanto à limitação de espaço na casa), pense no ser vivo que ele é e que também sente dor, fome e frio. O Thor tinha sido ameaçado de morte pelo seu atual dono, isso depois de ser abandonado pela pessoa que o pegou pequeno. E ele é maravilhoso, não consigo entender como alguém pode ter rejeitado.

Meus parabéns à todas as pessoas que fazem esse trabalho maravilhoso de adoção por todo o país – e mundo – por toda dedicação, horas e dinheiro gastos, além do carinho que vocês espalham por aí.

Quem tiver pensando em pegar um bichinho, procure seu amigo em feiras de adoção, na internet ou em qualquer lugar, desde que seja para dar carinho e atenção a um que esteja precisando de você. Garanto que não vão se arrepender.

Vejam o meu novo bebê:

Beijinhos

Obrigada.

Pra quem não sabe eu trabalho na área de Marketing e por consequência disso passo o dia dando umas sapeadas nas redes sociais pra não ficar de fora do que está acontecendo, até mesmo na área que trabalho – que é a da saúde.

Numa dessas sapeadas eu vi uma menina postando um link mostrando que ela tinha feito um post sobre a mãe dela e, como família que sou, logo fui ver o motivo da dedicação. Ela agradecia a mãe por atitudes que muitas vezes achamos erradas quando crianças e vamos entender – e agradecer – quando adultos. Ela cita que a mãe não a mimou, que não a levava na escola ou levava leite quentinho na cama, mas que isso a tornou uma mulher mais forte e mais independente.

Eu sempre deixei bem claro o quanto eu agradeço por tudo que minha mãe fez por mim e ela sabe disso. Em casa não tivemos uma infância tão tranquila e ela enfrentou sabiamente os problemas conjugais, financeiros e familiares com maestria. Isso tudo trabalhando em dois empregos para manter a comida dentro de casa. E não, não era qualquer emprego. Era aquele emprego que ela tinha que aguentar 30 pentelhos em sala de aula e ainda conseguia que todos a amassem. Não é demagogia não, eles a adoravam (principalmente as 5ªs séries que estavam tendo aula de inglês na escola pela primeira vez).

Ela nem sempre olhava meu caderno pra ver se eu estava fazendo a lição, nem levava café na cama, mas eu fazia questão de mostrar a ela meus feitos na escola enquanto ela fazia malabares com as panelas da cozinha e, como adorava agradar a super mãe que eu via que tinha, era eu quem levava café na cama pra ela.

Quando eu acordava, na maioria das vezes ela não estava em casa para colocar o café na mesa como nas famílias de propaganda da manteiga, mas sempre tinha alguém para disponibilizar isso pra mim. Quando eu chegava da escola a gente chegava quase juntas e conseguíamos almoçar juntinho o que tinha restado da janta ou o que eu tinha inventado ali rapidinho.

Ela chegava cansada entre um período e outro, mas sempre arrumava um tempinho pra conversar comigo, nem que fosse pra comentar o Vale a pena ver de novo ou o Sorriso Metálico (desenho que eu adorava).

Além de dois empregos (estado e prefeitura) ela ainda era uma ótima dona de casa e na medida do possível estava tudo sempre arrumado e nossas roupas sempre limpas.

Nunca eu a vi desistir. Nunca eu a vi duvidar do que sentia por nós. Nunca eu a vi negar ajuda para alguém que precisasse.

Sempre a vi batalhando. Sempre a vi insistindo para ajudar meu pai, que aos trancos e barrancos, aos erros e acertos, também queria ser uma pessoa melhor. Sempre a vi sendo uma super mãe, melhor que aquelas que passavam o dia em casa com os filhos e não demonstrava 1/3 do que ela demonstrava por mim. Me ensinou a ser quem eu sou hoje e por onde eu devo caminhar.

Hoje eu a vejo aposentada e colhendo o que ela plantou. Tanto nos bens, quanto nos valores que implantou nos filhos. Nunca tivemos problemas na escola, no trabalho ou com más companhias/drogas. Hoje ela se orgulha de ver os 3 filhos formados e acorda cedo para nos ver sair para trabalhar e nos acompanha entre quarto, banheiro e cozinha para conversar enquanto nos arrumamos.

Ela é o que eu quero ser para meus filhos, ainda que eu saiba que força igual a dela é muito difícil de eu ver se repetir.

Obrigada, Mãe, por ser quem você tem sido até hoje.

Te amo.

A Pati sumiu?

Calma, não me xinguem… Sumi mas estou de volta! =)

Ainda estou me acostumando em inserir a academia na minha rotina, somada à um maior cansaço e muita novidade. Com isso estou em meio à um montão de novidade e sem conseguir fazer tudo da minha rotina (a professora de inglês que o diga, com minhas lições de casa… rs).

Bom, continuo com a R.A. firme e forte, sem recaídas, a não ser as conscientes, quando eu paro e vejo DÁ PRA COMER SEM PREJUDICAR A DIETA, e agora estou pensando em potencializar um pouco mais o cardápio com uma dieta que denominam ‘cutting’, que nada mais é que diminuir a caloria, aumentar a proteína e isso aliado à exercício, aumentar a perda de gordura e o ganho de massa magra.

Faço 3 meses de RA e AF por esses dias e meio que estabilizei entre os 51 e 52kg, não engordei mas também não perdi peso, então quero perder os kilinhos que faltam para eu chegar aos 46kg ou ao peso que eu achar que tá bom… rs. O meu problema é que eu tenho barriga mas não tenho bunda, então ir por peso não adianta muito, por isso digo ‘quando estiver bom’.

A academia eu estou indo 4 dias por semana: segunda, terça, quinta e sexta. Para quem me acompanha no twitter sabe que de quarta eu vou rezar, por isso não vou pra academia… é um motivo bom rs. Faço 20min de esteira + treino de musculação + 30min de elíptico. De terça e quinta faço muay thai (aí tiro o segundo aeróbico) e ontem fiz uma aula de step, que eu suei muuuuuito! Aliás, ontem bati recorde de queima calórica: 1052kcal em 2h27 de academia. Quer corpo legal tem que suar a camisa! rs

Bom, é isso. Me desculpem a ausência de posts. Preferi fazer um pra contar a vida antes de voltar com os posts pra dar uma satisfação. Mas quem quiser falar cmg, pode me add no facebook, curtir a página do blog ou me seguir no twitter! =)

Beijinhos